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Robôs-cupins: inspirados nos insetos eles são capazes de construir estruturas colaborativamente sem se comunicarem entre si

Cupins não possuem um sistema de comunicação nem chefes em sua colônia. Mesmo assim, eles constroem cupinzeiros centenas de vezes maiores do que eles trabalhando independentemente. Inspirados nesses bichinhos, cientistas da computação da Universidade de Harvard desenvolveram robôs construtores que funcionam com a mesma lógica dos cupins construtores.

Cada um dos robôs é programado para atuar em uma determinada área de acordo com diretrizes similares a regras de trânsito e contêm sensores que percebem a presença de outros robôs e dos blocos que já foram assentados no local correto. Assim, seja um, dez ou cem robôs podem fazer o trabalho de construir uma estação espacial em Marte ou uma barragem para conter uma enchente em um local de risco.

As máquinas agem de maneira indepentente, construindo sobre o que já está pronto de acordo com o plano arquitetônico programado nelas. Então quantos mais robôs, mais rápida a construção. E se algum quebrar, o projeto continua sem problemas, mesmo que de forma mais lenta.

Veja os robôs em ação.

Insight Da Vinci: Biomimética. Esse é o nome da área científica que estuda estruturas e estratégias da natureza para tentar aplicá-las na resolução de problemas nos diversos campos do conhecimento. Outro exemplo: mostramos aqui no mês passado que a agência espacial europeia criou um robô-lagartixa capaz de consertar satélites e limpar arranha-céus.

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