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Insight Da Vinci: Para fomentar sua criatividade, estude alguma arte.

De onde vem as ideias e invenções mais criativas? Estudiosos do tema defendem que a maioria delas ocorrem nas fronteiras das disciplinas, a partir de indivíduos que conseguem conjugar conhecimentos de diferentes campos. É por isso que Samuel Arbesman argumenta, em matéria da revista Wired, que mais pessoas devem “abraçar as máquinas”. E a forma que ele sugere de se fazer isso é aprendendo a codificar. Ele afirma que através do código e do reconhecimento que similaridades algorítmicas ocorrem em grande quantidade, seria possível ver semelhanças entre as diferentes esferas do conhecimento.

No entanto, Alex Knapp, colaborador da Forbes, acredita que aprender a codificar é realmente uma habilidade útil se sua profissão tem a ver com isso. Porém, para a maioria das pessoas, aprender a codificar apenas não vale a pena. A tecnologia muda muito rápido e isso significa despender muito tempo para se atualizar no assunto.

A chave para ser criativo em qualquer campo, seja científico, técnico ou nos negócios, no século 21, requer um nível de conforto no campo da tecnologia, afirma Alex. No entanto, se você quiser promover suas habilidades criativas, a solução não é aprender a codificar – é aprender a pintar. Ou tocar um instrumento. Ou escrever poesia. Ou esculpir. O campo não importa: o importante é que se você quiser promover a sua própria criatividade, a melhor maneira de fazer isso é buscar seriamente um esforço artístico.

Na história do prêmio Nobel, quase todos os premiados se envolviam com as artes. E de acordo com uma recente pesquisa, quase todos os ganhadores do campo das ciências se engajaram ativamente nas artes na vida adulta. Eles demonstraram ser 25 vezes mais propensos a cantar, dançar ou atuar que o cientista médio. E o que isso significa?

A ciência por trás do por que estudar artes estimula a criatividade ainda está em desenvolvimento, com uma série de estudos que produzem alguns resultados conflitantes. Todavia uma possível razão para essa força é a semelhança da prática entre as artes e as ciências. Um artista pode esboçar e ajustar antes de finalizar o desenho que vai se tornar a base de uma pintura. Um romancista produz uma série de rascunhos antes de encontrar um que funcione. Da mesma forma, a essência do método científico é hipotetizar. É fazer testes, ajustes na hipótese. Assim, mesmo na prática de sua arte escolhida, um cientista ou engenheiro ainda está praticando as habilidades essenciais que ele precisa para ser bem sucedido em sua profissão principal.

E aí, qual é o seu talento fora do trabalho?

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