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Drones entregam suprimentos médicos e ajudam a resgatar vítimas de desastres na Ásia e Caribe

Matternet, uma startup de drones baseada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, decidiu testar a eficácia de seus pequenos robôs em lugares que realmente precisam de seus serviços. Eles levaram tratamento médico para tuberculose em povoados nas florestas remotas da Papua Nova Guiné e entregaram amostras de exames no Haiti  em parceria com a ONG Médicos Sem Fronteiras.

No Butão, país agrário e de difícil acesso, remédios foram entregues em parceria com a Organização Mundial de Saúde. Os robôs podem voar sob vento forte e chuva, mas uma limitação ainda é a duração de suas baterias: um drone Matternet One pode levar mercadoria de um quilo por uma distância de cerca de 20 quilômetros antes que precise parar e recarregar.

A proposta global para a Matternet, após os testes, é construir uma rede de drones e estações de recarga que conecte o mundo todo e entregue mercadorias sem a necessidade de estradas e outras vias. É como se fosse um sistema de correios aéreo robótico. A ideia é que, no futuro, possamos nos conectar com a Matternet One por meio do smartphone, programar uma rota de destino por um aplicativo e ver a entrega partir. O drone é equipado com SIM card 3g ou 4g e evita rotas de aviões comerciais e outros obstáculos.

Enquanto o serviço comercial ainda não existe, esta fase de testes pretende chegar até o sul da África, ainda em parceria com ONGs. Uma rede de entregas em Lesoto com 50 estações-base e 150 drones está sendo estudada. Segundo a empresa, ela custaria 900 mil dólares para ser instalada e, posteriormente, 24 centavos de dólar por entrega  - a companhia estima que cada 2km de estradas no país custariam mil dólares para serem construídas.

Ainda falta melhorar a tecnologia e criar leis que regulem o uso de robôs voadores em nosso espaço aéreo, mas as Nações Unidas apoiam as pesquisas e até lançaram um importante artigo falando de seu potencial nas missões humanitárias pelo globo. Leia aqui (em inglês).

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